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Exame:

CORTISOL BASAL

Comentários:

  • Coletar sangue em tubo com EDTA até o volume máximo indicado no tubo.
  • Misturar suavemente por inversão e refrigerar imediatamente.
  • O plasma deve ser separado das células em até 4 horas após a coleta.

Plasma, EDTA

Espécie:
Equina

Detalhes da Amostra:
Plasma separado com EDTA

Critérios de Rejeição:

  • Espécie incompatível com o teste
  • Amostra incompatível com o teste

Envio:

seguir o passo a passo do video (link do video)

Doença de Cushing Equina (Disfunção da Pars Intermédia Hipofisária ou PPID):

As concentrações plasmáticas de ACTH equino podem estar baixas por:

  • Tipo de amostra incorreto ou procedimento de manuseio inadequado;
  • Ponto baixo normal durante a secreção diária;
  • Administração de esteroides exógenos (incluindo injeções articulares);
  • Tratamento com pergolida.

Cavalos que apresentam sinais clínicos de PPID, mas com ACTH dentro da faixa de referência, devem ser retestados em 1 a 6 meses, ou um teste alternativo deve ser considerado. O teste de resposta ao TRH (pré e 10 minutos após TRH) é recomendado. Caso haja suspeita de síndrome metabólica equina como diagnóstico alternativo ou complicação, testes de insulina e leptina são recomendados.

Precauções para o ACTH:

  • As concentrações plasmáticas de ACTH em equinos são afetadas por estresse, exercício e alguns medicamentos.
  • O ACTH é rapidamente metabolizado em amostras de sangue total e soro.
    • As amostras de sangue devem ser coletadas utilizando EDTA como anticoagulante.
    • Devem ser mantidas refrigeradas, e o plasma deve ser separado das células em até 4 horas após a coleta.

Cavalos não devem ser exercitados ou submetidos a estresse antes da coleta de sangue, pois isso pode aumentar os níveis de ACTH.

Método do Teste:
Realizado por Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

ACTH ENDÓGENO

Comentários:

  1. Coletar uma amostra de sangue em um tubo com EDTA. Preencha o tubo até a capacidade máxima (se possível) e inverta várias vezes para misturar o EDTA com o sangue.
  2. Centrifugue a amostra imediatamente para separar o plasma das células.
  3. Após a centrifugação, transfira o plasma para um tubo ou frasco de plástico e congele prontamente.
  4. As amostras caninas devem ser armazenadas em tubo de polipropileno, tipo eppenolort com tampa de rosca.

Envio:

  • Envie a amostra congelada por transportadora noturna com pacotes de gelo.
  • As amostras devem chegar pelo menos frias ou parcialmente descongeladas para garantir resultados precisos, mas amostras congeladas são recomendadas e preferidas.
  • As amostras devem ser enviadas para chegar entre terça e quinta-feira.

Nota:

  • O ACTH canino é muito instável em amostras de sangue total.
  • É mais afetado pelo calor e pelo tempo em contato com as hemácias.
  • Não envie sangue total.

Plasma, EDTA

Detalhes da Amostra:
Plasma separado com EDTA

Critérios de Rejeição:
Amostra incompatível com o teste

Envio:

seguir passo a passo do nosso Pocket Guide (link)

PRECAUÇÕES:
As concentrações plasmáticas de ACTH em cães são afetadas por estresse, exercício e alguns medicamentos. O ACTH é rapidamente metabolizado em amostras de sangue total e soro.

  • As amostras de sangue devem ser coletadas com EDTA como anticoagulante.
  • Devem ser mantidas refrigeradas, e o plasma deve ser separado das células o mais rápido possível após a coleta, armazenando-o em um tubo plástico.

Método do Teste:
Realizado por Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

CORTISOL BASAL E PÓS – ACTH

SORO

Detalhes da Amostra:
Soro separado (Refrigerado para a cidade de São Paulo, congelado para as demais cidades)

Critérios de Rejeição:

  • Amostra incompatível com o teste

Envio:

seguir passo a passo do nosso Pocket Guide (link)

PRECAUÇÕES:

  • O cortisol é secretado pelo córtex adrenal de maneira muito esporádica, e sua concentração no soro pode ser afetada por ritmos circadianos, estresse, muitos medicamentos (particularmente AINEs e antibióticos) e o estado reprodutivo.
  • Cavalos que recebem injeções articulares podem apresentar níveis baixos ou indetectáveis de cortisol por meses.
  • A quantificação de cortisol em uma única amostra basal para diagnóstico de distúrbios adrenocorticais não é recomendada.

Método do Teste:
Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

SUPRESSÃO DEXAMETASONA – 2 amostras

Descrição do Teste:

Cortisol Pós-estimulação com ACTH

Comentários:
Selecione este teste para amostras coletadas após a administração de ACTH.

SORO

Espécies:

  • Canina
  • Felina

Detalhes da Amostra:
Soro separado (Tubo de tampa vermelha ou amarela)

Critérios de Rejeição:

  • Amostra incompatível com o teste

Envio:

seguir passo a passo do nosso Pocket Guide (link)

Método do Teste:
Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

SUPRESSÃO DEXAMETASONA – 3 amostras

Descrição do Teste:

Cortisol: Pós-Teste de Supressão com Dexametasona

Comentários:
Selecione este teste para todas as amostras coletadas após a administração de dexametasona.

SORO

Espécies:

  • Canina
  • Equina
  • Felina

Detalhes da Amostra:
Soro separado (Tubo de tampa vermelha e amarela)

Critérios de Rejeição:

  • Amostra incompatível com o teste

Envio:

seguir passo a passo do nosso Pocket Guide (link)

Método do Teste:
Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

CORTISOL PÓS – DEXA – 1 amostra

Comentários:

  • Evitar hemólise e exposição excessiva à luz direta.
  • Frequentemente testado em combinação com a vitamina B12.

Soro

Espécies:

  • Canina
  • Felina

Envio:

seguir passo a passo do nosso Pocket Guide (link)

FOLATO/VITAMINA B12 EM CÃES E GATOS:

A medição das concentrações de vitamina B12 (cobalamina) e folato no soro é útil para diagnosticar e caracterizar alguns distúrbios de má absorção do intestino delgado.

  • Folato: Reflete a função absortiva do intestino delgado proximal (jejuno).
  • Vitamina B12: Reflete a função absortiva do intestino delgado distal (íleo).
  • Distúrbios de má absorção difusa no intestino delgado: Redução das concentrações de B12 e folato no soro.
  • Doenças do íleo: Caracterizadas pela redução das concentrações de vitamina B12.
  • Doenças do jejuno: Caracterizadas pela redução das concentrações de folato no soro.

Bacteriose no intestino proximal:

  • Folato elevado e B12 reduzido podem indicar supercrescimento bacteriano, pois algumas bactérias sintetizam folato e se ligam à B12, tornando-a indisponível para absorção.
  • Esse padrão (alto folato, baixa B12) também pode ocorrer em animais com insuficiência pancreática exócrina.

Cuidados:

  • Evitar exposição excessiva à luz solar direta, pois vitamina B12 e folato são sensíveis à luz.
  • Evitar hemólise, pois os eritrócitos contêm altas quantidades de folato.

FOLATO/VITAMINA B12 EM EQUINOS:

A medição da vitamina B12 (cobalamina) e do folato no soro pode ser útil para determinar deficiências dessas vitaminas.

  • Uso prolongado de trimetoprima/sulfa (como Tribrissen) e antibióticos relacionados, utilizados para tratar distúrbios crônicos (como mielite protozoária equina - EPM), tem sido associado a reduções nas concentrações de folato no soro.
  • Folato e vitamina B12 são mediadores importantes da hematopoiese normal, e deficiências prolongadas (especialmente de folato) podem resultar em anemia megaloblástica.

Monitoramento de potros de éguas tratadas com sulfas:

  • Potros devem ser monitorados para deficiência de folato, pois antibióticos dessa classe são transferidos pela placenta e pelo leite da égua.

Método do Teste:
Realizado por Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

RELAÇÃO CORTISOL CREATININA URINÁRIA (UCCR)

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

ALDOSTERONA BASAL FELINOS

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

ANDROSTENEDIONA – 1 amostra

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

ANDROSTENEDIONA BASAL E PÓS – ACTH

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

17 OH PROGESTERONA – 1 amostra

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

17 OH PROGESTERONA BASAL E PÓS – ACTH

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

PROGESTERONA BASAL E PÓS – ACTH

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

TESTOSTERONA BASAL E PÓS – ACTH

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

Insulina Basal Equinos

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

Exame:

Estradiol Basal e Pós – ACTH

Comentários:

  • Mantenha a amostra refrigerada.
  • Armazene o soro/plasma congelado caso não seja possível enviar no mesmo dia.
  • Evite múltiplos ciclos de congelamento e descongelamento.

Espécies:

  • Canina
  • Equina (incluindo Equidae)
  • Felina

Critérios de Rejeição:

  • Amostra hemolisada
  • Amostra incompatível com o teste

INTERPRETAÇÃO

Interpretação dos Resultados de T4 Livre por Diálise de Equilíbrio (FT4D):

  1. Animais Saudáveis:
    • Apresentam concentrações de FT4D dentro da faixa de referência.
  2. Animais Hipotireoideos:
    • Possuem níveis de FT4D abaixo da faixa de referência ou indetectáveis.
  3. Condições que podem causar resultados falsamente baixos em T4 Total:
    • Uso de anti-inflamatórios, antibióticos ou presença de doenças crônicas como síndrome de Cushing, diabetes, etc.
    • Nestes casos, animais que não são verdadeiramente hipotireoideos devem ter FT4D dentro da faixa de referência.
  4. Animais Hipertireoideos ou com Suplementação Excessiva de Hormônio Tireoideo:
    • Apresentam valores de FT4D acima da faixa de referência.
    • Equinos: O FT4D geralmente não é afetado pela suplementação tireoidea, a menos que haja sobredosagem.
  5. Cães Hipotireoideos com T4 Total ou T3 Inesperadamente Elevados:
    • Podem ter autoanticorpos contra esses hormônios tireoideos, mas seus níveis de FT4D devem estar abaixo da faixa de referência.
  6. Interferência de Autoanticorpos contra Tireoglobulina (TgA):
    • Em cães positivos para TgA, a concentração de FT4 medida pelo método Immulite pode estar elevada devido à reação cruzada com os anticorpos.
    • Para cães positivos para TgA, o FT4D é o método preferido, pois a diálise elimina o efeito dos autoanticorpos.
  7. Faixa de Referência para Registro de Tireóide da OFA:
    • 0,62 – 2,49 ng/dL

Método de Medição:
Realizado por Radioimunoensaio (RIE).

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