Exame:

Cortisol Basal

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol basal, utilizado em protocolos de diagnóstico e monitoramento de doenças adrenocorticais.
Comentários: Importante como exame complementar, mas uma única dosagem isolada de cortisol não é indicada para diagnóstico definitivo de hiper ou hipoadrenocorticismo.

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL
  • Volume mínimo: 0,5 mL
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível ou volume insuficiente

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Precauções:

  • O cortisol apresenta secreção pulsátil, variando com ritmos circadianos, estresse, estado reprodutivo e uso de diversos medicamentos (AINEs, antibióticos, glicocorticoides).
  • Cavalos que receberam injeções intra-articulares podem apresentar níveis baixos ou indetectáveis por semanas a meses.
  • A interpretação deve sempre considerar sinais clínicos e exames confirmatórios (ACTHst, LDDST).

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Basal e Pós-ACTH Diagnóstico

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol basal (T0) e após estímulo com ACTH (T1).
Comentários: Principal teste para diagnóstico de hipoadrenocorticismo (Doença de Addison) e avaliação da reserva adrenal em suspeita de hipercortisolismo (Síndrome de Cushing).

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL por tempo
  • Volume mínimo: 0,5 mL por tempo
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível ou ausência de identificação dos tempos (T0 e T1)

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Identificando claramente os tubos basal (T0) e pós-ACTH (T1).

  • Hipoadrenocorticismo (Addison): cortisol basal e pós-ACTH baixos confirmam a deficiência de reserva adrenal.

  • Hipercortisolismo (Cushing): cães normais podem ter cortisol basal variável, mas na maioria dos cães com Cushing ocorre resposta aumentada pós-ACTH.

  • Resultados devem sempre ser avaliados junto a sinais clínicos, histórico e exames complementares.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Pós-ACTH Diagnóstico

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol realizada 1 hora após administração de ACTH sintético (T1).
Comentários: Teste essencial para avaliação da reserva adrenal, especialmente em suspeita de hipoadrenocorticismo (Addison).

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL
  • Volume mínimo: 0,5 mL
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível ou ausência de identificação clara do tempo (T1)

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  • Valores baixos ou indetectáveis de cortisol pós-ACTH confirmam hipoadrenocorticismo.

  • Deve sempre ser interpretado junto ao cortisol basal (T0) e em associação ao quadro clínico.

MÉTODO DO TESTE
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Pós-Trilostano

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol realizada 2 a 4 horas após administração de trilostano.
Comentários: Utilizado exclusivamente para monitoramento da eficácia terapêutica do Vetoryl® (trilostano) em cães com hiperadrenocorticismo (Cushing).

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécie: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL
  • Volume mínimo: 0,5 mL
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível, coleta fora do intervalo recomendado após administração do trilostano

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  • Controle adequado: valores de cortisol dentro da faixa de referência específica para monitoramento com trilostano.

  • Valores baixos: risco de hipoadrenocorticismo iatrogênico (necessária redução da dose).

  • Valores altos: possível subdosagem, má absorção ou resistência ao medicamento.

  • A interpretação deve sempre considerar sinais clínicos, doses administradas e horários exatos de coleta.

MÉTODO DO TESTE
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Basal e Pós-ACTH

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol basal (T0) e após estímulo com ACTH (T1).
Comentários: Teste de escolha para diagnóstico de hipoadrenocorticismo e avaliação de resposta adrenal em suspeita de hipercortisolismo.

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL por tempo
  • Volume mínimo: 0,5 mL por tempo
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível ou ausência de identificação dos tempos (T0 e T1)

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Identificando claramente os tubos basal (T0) e pós-ACTH (T1).

  • Addison: valores baixos em basal e pós-ACTH confirmam hipoadrenocorticismo.
  • Cushing: resposta exacerbada ao ACTH sugere hipercortisolismo; cães normais apresentam resposta variável, sendo necessária correlação clínica e exames complementares.

MÉTODO DO TESTE
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Pós-ACTH

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol realizada 1 hora após administração de ACTH sintético (T1).
Comentários: Fundamental para avaliar a reserva adrenal, especialmente em protocolos diagnósticos de Addison e Cushing.

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL
  • Volume mínimo: 0,5 mL
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível ou não identificada como tempo pós-ACTH (T1).

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  • Cortisol pós-ACTH muito baixo confirma Addison.

  • Valores aumentados podem sugerir Cushing, mas devem ser interpretados em conjunto com o basal e com outros exames confirmatórios.

MÉTODO DO TESTE
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Cortisol Pré-Trilostano E 3 Horas Pós-Trilostano

Descrição do teste: Dosagem sérica de cortisol antes (T0) e aproximadamente 3 horas após administração de trilostano.
Comentários: Protocolo específico para monitoramento da eficácia terapêutica do Vetoryl® (trilostano) em cães com hiperadrenocorticismo.

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécie: Canina e Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL por tempo
  • Volume mínimo: 0,5 mL por tempo
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra incompatível, identificação incorreta dos tempos ou coleta fora do intervalo recomendado após administração do medicamento.

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Identificando claramente os tubos T0 (pré) e T3h (pós-trilostano).

  • Controle adequado: cortisol dentro da faixa de referência esperada para monitoramento com trilostano.

  • Valores baixos: risco de hipoadrenocorticismo iatrogênico.

  • Valores altos: pode indicar dose insuficiente, má absorção ou resistência ao fármaco.

  • Sempre correlacionar com sinais clínicos, dose e horário exato da administração do trilostano.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

Fenobarbital

Descrição do teste: Dosagem sérica de fenobarbital para monitoramento terapêutico em cães e gatos sob tratamento anticonvulsivante.
Comentários: Níveis séricos devem ser mantidos dentro da faixa terapêutica para eficácia no controle de crises e segurança do tratamento.

  • Tipo de amostra: Soro
  • Espécies: Canina, Felina
  • Volume ideal: 0,7 mL
  • Volume mínimo: 0,5 mL
  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela, sem gel separador
  • Jejum: 8h a 12h
  • Critérios de Rejeição: Amostra hemolisada, com gel separador ou incompatível com o teste.

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  • Dentro da faixa terapêutica: controle adequado das convulsões.

  • Abaixo da faixa: risco de eficácia insuficiente.

  • Acima da faixa: risco de toxicidade (sedação excessiva, hepatotoxicidade).
    A interpretação deve considerar tempo de uso, dose administrada, momento da coleta em relação à administração e sinais clínicos do paciente.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA).

Exame:

SUPRESSÃO COM DEXAMETASONA 2000 – 2 AMOSTRAS (T0h / T8h) – CLIA

Descrição do teste: Teste de supressão com dexametasona em protocolo de 2 amostras, utilizado na investigação do hiperadrenocorticismo (síndrome de Cushing).


Comentários: O protocolo consiste na coleta basal (T0h) e nova coleta 8 horas após a administração de dexametasona (T8h). Avalia a capacidade de supressão do eixo hipotálamo–hipófise–adrenal.

  • Tipo de amostra: Soro

  • Espécies: Canina

  • Volume ideal: 1 mL por amostra

  • Volume mínimo: 1 mL por amostra

  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela

  • Critérios de rejeição: Amostra incompatível, identificação incorreta do tempo de coleta ou volume insuficiente

A ausência de supressão do cortisol após dexametasona é compatível com hiperadrenocorticismo.
Resultados devem ser interpretados em conjunto com sinais clínicos, exames de imagem e outros testes hormonais.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA) – Immulite 2000.

Exame:

SUPRESSÃO COM DEXAMETASONA 2000 – 3 AMOSTRAS (T0h / T4h / T8h) – CLIA

Descrição do teste: Teste de supressão com dexametasona em protocolo de 3 amostras, indicado para investigação e diferenciação do hiperadrenocorticismo.


Comentários: Inclui coleta basal (T0h), 4 horas (T4h) e 8 horas (T8h) após a administração de dexametasona, permitindo uma avaliação mais detalhada do padrão de supressão do cortisol.

  • Tipo de amostra: Soro

  • Espécies: Canina

  • Volume ideal: 1 mL por amostra

  • Volume mínimo: 0,5 mL por amostra

  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela

  • Critérios de rejeição: Amostra incompatível ou identificação incorreta dos tempos de coleta

O comportamento do cortisol nos tempos intermediários e finais auxilia na diferenciação entre hiperadrenocorticismo hipófise-dependente e adrenal-dependente. A interpretação deve sempre considerar o contexto clínico e exames complementares.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA) – Immulite 2000.

Exame:

SUPRESSÃO PÓS-DEXAMETASONA 2000 – CLIA

Descrição do teste: Dosagem isolada de cortisol sérico após a administração de dexametasona.


Comentários: Selecionar este exame exclusivamente para amostras coletadas após o uso de dexametasona, quando não há necessidade de avaliação do valor basal no mesmo pedido.

  • Tipo de amostra: Soro

  • Espécies: Canina

  • Volume ideal: 1 mL

  • Volume mínimo: 0,5 mL

  • Recipiente: Tubo de tampa vermelha ou amarela

  • Critérios de rejeição: Amostra incompatível ou ausência de informação sobre uso prévio de dexametasona

Valores de cortisol pós-dexametasona devem ser interpretados conforme o protocolo clínico utilizado. Não substitui testes completos de triagem ou diferenciação quando indicados.

Método do Teste
Imunoensaio Quimioluminescente (CLIA) – Immulite 2000.

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